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"Por estética entende-se comummente a sciência do belo na natureza e na arte. Etimològicamente falando, Estética significa pròpriamente a sciência do que se percebe sob uma forma puramente intuïtiva (do têrmo grego aisthanesthai, perceber, contemplar); e, em sentido mais lato, a sciência dos dados perpecpcionais, que - sem a intervenção  do pensamento - agradam ou desagradam directamente. Belas obras de arte e impressões da natureza agradam-nos directamente pela impressão sensìvel-intuïtiva que produzem em nós".
MEUMANN, E. - A estética contemporânea (trad. P. Luís Feliciano dos Santos). Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra, 1930, p. XI.
"A fundação da estética como disciplina autônoma constituiu um acontecimento de um alcance considerável. Este acontecimento é tanto mais importante por não se tratar unicamente de acrescentar um novo ramo à árvore da ciência. (...) A constituição da estética como disciplina autônoma supõe que um conjunto de teorias e de conceitos possam aplicar-se igualmente a todas as artes, quer se trate  de pintura, de escultura, de música ou de poesia. (...) Os escritos de Martin Heidegger (1889-1976) consagrados à arte, particularmente à poesia, trazem um outro exemplo da guinada "política" da estética na primeira metade do século XX. Traduzem eles, igualmente, esta polarização das atitudes e das tomadas de posição negativas contra a arte moderna que encontramos em Georg Lukács".
JIMENEZ, Marc. O que é estética? (trad Fulvia M. L. Moreno). São Leopoldo, UNISINOS, 1999, pp. 31, 94, 318.
"Las investigaciones sobre la peculiaridad de lo estético que se ocuparon del reflejo estético de la realidad - cosa nada frecuente - no fueron  por lo general más allá de una abstracta acentuación de la diversidad existente entre la vida estética y la ciencia. En cuestiones como éstas el pensamiento metafísico pone al conocimiento abstáculos insuperables. Pues su "Sí o No" niega el conocimiento de transiciones hidizas, las cuales, sin embargo, se nos presentan como problemas a resolver tanto en el curso de la vida práctica cuanto en el estudio de los períodos de génesis histórico-social del arte".
LUKÁCS, Georg. Estética : la peculiaridas de lo estético (trad. Manuel Sacristán) Barcelona, Grijalbo, 1966, pp. 33-34.
"De um modo geral, o juízo estético significa encontrar matizes e gradações ou mesmo medidas - no entanto, sem uma precisão quantitativa, e sim com um sentido de comparação (e não há refinamento da sensibilidade estética sem a prática da comparação). A valoração estética pertence mais à ordem da apreciação e da ponderação do que da enunciação de um veredicto - ainda que, muitas vezes, soe forçosamente como um veredicto, simples e direto, ao ser expressa em palavras".
GREENBERG, Clement. Estética doméstica : observações sobre a arte e o gosto (trad. André Carone). São Paulo, Cosac & Naify, 2002, p. 42.
"Para un buen número de personas la satisfacción de su curiosidad por la experiencia estética es casi tan valiosa como esta misma experiencia, y la confusión mental casi tan intolerable como la misma fealdad. Quienes han participado en discusiones de aficionados sobre temas artísticos bien saben que es muy dificil no irritarse tarde o temprano con la confusión de sus propias ideas o con la de sus contendientes. Discusiones similares, pero de pensadores especializados, si no llegan a conclusiones definitivas son, por lo menos, más ventajosas; las palabras se usan con el mismo significado y hay menos equívocos y futesas, aunque el acuerdo no sea mucho mayor".
CARRITT, E. F. Introdución a la estética (trad. Octavio G. Barreda). Buenos Aires, Fondo de Cultura Económica, 1951, p. 25.
"A operação modeladora do estético corem em dois sentidos, quando faz o perceptor tentar entender a intenção da moldagem! Essa operação de dois níveis desenvolve, no entanto, um jogo recíproco não somente entre um objeto forjado e um sujeito que percebe, mas também entre as formas impostas aos objetos e aos sentidos requisitados do sujeito. Nesse particular, um princípio básico da concepção de Kant do julgamento estético ainda se sustenta: a operação estética não é a cognição do sujeito de um objeto, mas a presença do último para a "intuição íntima" do sujeito. E, para que isso aconteça, todos os sentidos devem estar engajados".
ISER, Wolfgang. "O resurgimento da estética", in Denis L. Rosenfield (org.), Ética & estética. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 2001, p. 43.
"Les conduites esthétiques sont présentes dans les cultures primitives. Que la motivation principale dans roduction d'un object, ou dans la manifestation d'une conduite, ne soit pas d'ordre esthétique ne signifie pas pour autant que ce caractère en soit absent. Comme montre Michel Leiris, à propos des objects rituels africains, la dimension esthétique est une condition de l'efficacité du but ultime. Les objects rituels doivent plaire aux dieux et aux ancêtres : " Ils doivent être aussi beaux que possible " pour pouvoir être efficaces".
CAUNE, Jean. Esthétique de la communication. Paris, Presses Universitaires de France, 1997, p. 43.
"Quanto à Estética, é ciência de mil e um significados, como se pode ver desde a definição de Baumgarten até a de Vicente Licínio Cardoso. Baseado na tradição da História da Estética, inclusive nacional, fundamentado nos progressos modernos e no conjunto de leis estéticas existentes, partindo do que se entende por Estética Industrial, concluimos, mais uma vez, ser a Estética ciência das leis dos fenômenos do belo estético".
TOBIAS, José Antônio. História das idéias estéticas no Brasil. São Paulo, Grijalbo, 1967, p. 14.
"Aesthetics is the way for watching Art and things; much more to watch than to tell about. Nowadays people speak on that they do not understand very well, but that they imagine to know or to have information enough to argue. We can say that aesthetics may be a useful tool to transform our own real life as the reality of the others according to our point of view".
AQUINO, Victor. Aesthetics, as way for watching Art and things. Monroe, WEA Books, 2005, p 34.